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US$ 850: Ethereum tem Forte Alta e Bate Novo Recorde

US$ 850: Ethereum tem Forte Alta e Bate Novo Recorde

O preço da Ethereum ultrapassou a marca de US$ 850 pela primeira vez na história, estabelecendo um novo recorde de todos os tempos em meio a forte performance de aplicativos descentralizados como CryptoKitties e EtherDelta.

Ether em Alta

Ether, a criptomoeda nativa do blockchain da Ethereum, registrou consistentemente um volume de negociação diário de US$ 3,8 bilhões nos últimos três dias. Ao longo das últimas 24 horas, o preço da Ether aumentou em quase 20%, de US$ 716 para US $ 840. A ether está com um acumulado de 85% nos últimos sete dias.

Anteriormente, o volume de negociação da Ether estava fortemente concentrado no mercado sul-coreano. Bithumb, Coinone, Korbit, as três principais exchanges de criptomoedas da Coreia do Sul, representaram cerca de 35% do volume da ether.

No início deste mês, o investidor Mike Novogratz expressou seu otimismo em relação à tendência de crescimento a médio e longo prazo da Ether. Novogratz previu o preço da Ether para triplicar no final de 2018, de US$ 500 a US$ 1.500.

Vários analistas no setor de criptomoedas também notaram que a Ether está subvalorizada, dada a atividade de desenvolvedores e do usuário que é significativamente maior do que outras criptomoedas no mercado.

Com essa nova alta, a Ethereum agora tem um valor de mercado superior a US$ 80 bilhões e se consolida ainda mais como a segunda maior criptomoeda, representando 12% do mercado, atrás apenas do Bitcoin.

No início de 2017, a ethereum estava cotada abaixo dos US$ 10. Em menos de um ano, seus detentores viram um crescimento astronômico de mais de 10.000%.

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Presos fazem exame hoje para certificação de ensino fundamental e médio

Presos fazem exame hoje para certificação de ensino fundamental e médio

Cerca de 73,7 mil candidatos farão hoje (19) e amanhã (20) as provas do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos Privados de Liberdade (Encceja PPL). O exame é direcionado às pessoas que não tiveram a oportunidade de concluir os ensinos fundamental e médio em idade própria.

O Encceja será aplicado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em parceria com o Departamento Penitenciário Nacional (Depen), em 1.323 unidades prisionais e socioeducativas, localizadas em 699 municípios. Cada unidade prisional e socioeducativa conta com um responsável pedagógico para representar os participantes na inscrição e certificação. Ele é o responsável pela inscrição e por repassar todas as informações necessárias aos participantes, além de fazer a distribuição dos candidatos nas salas.

Para participar do Encceja PPL é preciso ter, no mínimo, 15 anos de idade para quem busca a certificação do ensino fundamental e 18 anos para quem quer a certificação do ensino médio. Do total de candidatos, a maioria (63,7 mil) é de detentos em unidades prisionais e cerca de 10 mil são jovens que cumprem medidas socioeducativas.

Provas

Hoje serão aplicadas as provas do ensino fundamental, nos períodos matutino (das 9h às 13h) e vespertino (das 15h às 20h). As provas do ensino médio ocorrem amanhã (20), nos mesmos períodos.

A prova para proficiência no ensino fundamental terá 30 questões de língua portuguesa, língua inglesa, história, geografia, artes, matemática, ciências naturais, artes, educação física e redação. Já o ensino médio cobrará questões de ciências da natureza, ciências humanas, linguagens e códigos e matemática. Serão quatro provas para cada nível, além da redação.

Reaplicação

Hoje e amanhã também será feita a reaplicação para 22 participantes afetados por questões logísticas na aplicação regular do Encceja, realizada no dia 19 de novembro.

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O príncipe herdeiro da Arábia Saudita comprou a casa mais cara do mundo

O príncipe herdeiro da Arábia Saudita comprou a casa mais cara do mundo

Apesar de sua fama de ferrenho defensor da austeridade financeira, o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammad bin Salman, comprou o castelo Luís XIV, considerado a propriedade privada mais cara do mundo. O imóvel, localizado nas imediações de Paris (França), foi adquirido pela bagatela de 275 milhões de euros (quase 330 milhões de dólares).

De acordo com o jornal norte-americano “The New York Times”, a propriedade foi vendida em setembro de 2015 por uma empresa francesa especializada em imóveis de luxo, mas só agora o negócio teve os seus detalhes revelados. “Na época, sabia-se apenas que o comprador era uma figura de destaque no Oriente Médio.

A publicação norte-americana destacou o fato de o monarca saudita de 32 anos ser amplamente conhecido pela defesa da austeridade em prol da luta contra a corrupção e o enriquecimento ilícito de membros da elite de seu país, ao mesmo tempo em que não economiza esforços para ampliar o seu patrimônio particular.

A propriedade francesa foi uma das várias compras extravagantes atribuídas a Mohammad bin Salman. A lista de aquisições já inclui, por exemplo, um iate de 500 milhões de dólares e um quadro do gênio renascentista Leonardo da Vinci, arrematado por 450 milhões de dólares, ainda segundo informações do New York Times.

“O herdeiro de Riad está tentando construir uma imagem de si próprio como um príncipe diferente dos outros, ou seja, um governante bilionário mas também idôneo e reformador, inclusive no aspecto social”, ressaltou à reportagem o norte-americano Bruce Riedel, antigo analista da CIA (o serviço secreto dos Estados Unidos). “No entanto, é inegável que a divulgação dessa compra da casa mais cara do mundo não deixa de representar um certo golpe, duro, contra essa imagem que vem sendo construída, ou ao menos tentada nos últimos anos”.

Investigação

A história da transação do chateau Louis XIV, localizado em Louvenciennes, perto de Versalhes, foi reconstituída a partir de entrevistas e documentos consultados pelo The New York Times. Permitiram revelar uma trama financeira que envolve um advogado no Grão Ducado do Luxemburgo e um intermediário oriundo de Malta que trabalha para resolver problemas aos mais ricos.

A operação teria passado por diversas empresas sediadas em França e no Luxemburgo até chegar à Eigth Investment Company, empresa saudita gerida por um dirigente da fundação pessoal do príncipe bin Salman. Um portal francês de informação, Mediapart, já havia adiantado em julho que Mohammad bin Salman era o comprador do castelo Luís XIV.

Apesar do nome pomposo e que remete aos reis que comandavam o país europeu antes da Revolução de 1789, a construção foi erguida em 2011 e batizada com o nome do monarca que reinou em França nos séculos 17 e 18. Dentre os destaques do local está a combinação entre os padrões arquitetônicos daquela época e os mais recentes recursos tecnológicos.

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Moeda mais Valiosa, Bitcoin. Chegará a US$ 400 mil

Moeda mais Valiosa, Bitcoin. Chegará a US$ 400 mil

O analista Ronnie Moas disse que acredita que o preço do bitcoin tem o potencial de alcançar um objetivo de longo prazo de US$ 400.000.

Preço do Bitcoin tem potencial para alcançar seis dígitos

Moas é o fundador da Standpoint Research e vem recomendando bitcoin desde julho, quando era negociado em US$ 2.600. Naquela época, Moas estabeleceu seu alvo de preço do bitcoin em US$ 5.000 para 2018. Isso pode ter parecido um alvo otimista na época, mas o bitcoin o superou – várias vezes – fazendo com que Moas revisasse sua previsão várias vezes.

Durante o fim de semana, o preço do bitcoin tocou brevemente uma média global de US$ 20.000 – uma marca que Moas acreditava inicialmente que a criptomoeda não chegaria até 2020.

No entanto, apesar de seu ritmo vertiginoso em 2017, Moas acredita que o mercado de alta do bitcoin tem força para alcançar a faixa de seis dígitos, mesmo que tenha quedas temporárias ao longo do caminho.

“O jogo final do bitcoin é que ele atingirá US$ 300.000 a US$ 400.000 na minha opinião, e será a moeda mais valiosa do mundo”, disse Moas à The Rundown da CNBC.

“Eu não sei o quanto há de ouro no chão, mas eu sei quanto bitcoin há, e em dois anos haverá 300 milhões de pessoas no mundo tentando colocar as mãos em alguns milhões de bitcoins”, Moas acrescentou, explicando a justificativa para esta perspectiva otimista.

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