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Bitcoin  atinge US$ 300 Bilhões

Bitcoin atinge US$ 300 Bilhões

O valor de mercado do Bitcoin atingiu US$ 300 bilhões nesta sexta-feira, antes do lançamento dos contratos futuros do CME group.

Em US$ 300 bilhões, o bitcoin é agora a 15ª maior moeda do mundo, conforme medido pela oferta monetária M1, uma classificação que mede o valor da moeda física em circulação, bem como os depósitos bancários líquidos.

Bitcoin é mais valioso do que as moedas em circulação de Hong Kong e Índia, e é apenas alguns bilhões de dólares por trás da Arábia Saudita. No entanto, o bitcoin precisaria subir muito ainda antes que ele possa entrar no top 10; O décimo lugar atualmente pertence ao Canadá, cuja oferta monetária M1 totaliza US$ 637 bilhões.

Agora, os críticos apontarão – corretamente, até certo ponto – que a classificação M1 fornece uma visão muito estreita da avaliação total de uma moeda, bem como o fato de que, no momento, o bitcoin é muito menos líquido do que outras moedas de tamanho comparável.

No entanto, mesmo admitindo esses fatos, há uma coisa que o gráfico deixa claro: as criptomoedas são uma classe de ativos que não podem mais ser ignoradas.

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Pouco interesse por iPhone X que chegou ao Brasil

Pouco interesse por iPhone X que chegou ao Brasil

Resultado foi um lançamento mais tímido do que no resto do mundo – em alguns países, houve filas quilométricas

iPhone X, novo smartphone da Apple, chegou às lojas nesta sexta-feira, 8, mas só atraiu um pequeno grupo de pessoas à loja oficial da Apple, no Shopping Morumbi, em São Paulo. Alguns saíram cedo de casa para comprar o novo modelo de celular da Apple, que custa R$ 7 mil no País. O resultado foi um lançamento mais tímido do que no resto do mundo – em alguns países, houve filas quilométricas no primeiro dia de vendas.

O estudante Gabriel Manzolli, de 14 anos, chegou à porta da loja da Apple às 8h, e foi o primeiro da fila de seis pessoas que se formou no local. Ele, aliás, é “bicampeão” nesse quesito – no lançamento de 2016, ele também havia sido o primeiro a comprar o aparelho da marca no País. Nesta sexta, ele saiu cedo de Araraquara (SP) e veio acompanhado da avó e da tia.

Eu sempre tive iPhone, mas esse celular é o mais bonito da marca até hoje”, disse ao jornal O Estado de S. Paulo, ao elogiar a tela expandida “infinita” do aparelho. “Estou muito ansioso para testar as funcionalidades e mostrar para os meus amigos, que não devem ter um desses tão cedo.”

Interesse limitado

O segundo da fila foi o psicólogo Diego Mauerberg, 32 anos. Ele diz ter ficado desapontado com a quantidade de pessoas na frente da Apple antes do início das vendas. “Quando cheguei só havia um garoto. O pessoal da Apple até deixou a gente entrar para não ficar lá fora”, diz.

No total, a quantidade de pessoas na fila para comprar o iPhone X na Apple Store de São Paulo foi similar ao número de pessoas que aguardavam na porta da loja em 3 de novembro, quando a Apple lançou o iPhone 8 e o iPhone 8 Plus no País.

Na ocasião, mais pessoas aguardavam na porta da loja para solicitar serviços de assistência técnica do que para comprar os novos smartphones lançados pela companhia.

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Governo aprova uma nova política de saúde mental que suspende o fechamento dos hospitais psiquiátricos no País.

Governo aprova uma nova política de saúde mental que suspende o fechamento dos hospitais psiquiátricos no País.

Integrantes do Ministério da Saúde, Estados e municípios aprovaram nessa quinta-feira uma série de mudanças na política de atendimento em saúde mental. A medida motivou protestos de representantes de entidades do setor. Dentre as alterações previstas estão a suspensão do fechamento de leitos em hospitais psiquiátricos – que voltam a ser reconhecidos como parte da rede de atendimento – e o aumento no valor pago em diárias de internação nesses estabelecimentos.

Até então, a política em vigor previa o fechamento gradual desses leitos no País, com base no que estabelece a lei da reforma psiquiátrica, de 2001. O texto prioriza o atendimento por meio da oferta de vagas em Caps (Centros de Atenção Psicossocial) e hospitais gerais.

Questionado, o coordenador nacional de saúde mental, Quirino Cordeiro, admite a suspensão no fechamento, mas nega que haja intenção de ampliar o número de leitos: “A ideia é que utilize esse parque já instalado”. Ele reconhece, no entanto, que a pasta não tem hoje um número exato do total de leitos em funcionamento no país, o que poderia abrir brecha para reativação de antigas estruturas. Dados de 2015 apontam cerca de 18 mil leitos nestes locais. Em 2002, eram 53 mil.

Para Cordeiro, ainda que não haja um número exato, o número de leitos no país hoje é insuficiente. “O Brasil tem hoje um número de leitos muito menor do que países desenvolvidos. Estamos em uma situação em que podemos não ter leitos para internar pacientes com quadro agudo [quando necessário]”, defende.

Além da manutenção dos leitos psiquiátricos em hospitais especializados, a nova resolução de saúde mental aprovada nesta terça também prevê a ampliação de leitos psiquiátricos em hospitais gerais.

Hoje, o modelo atual estabelece que no máximo 15% dos leitos nesses hospitais sejam destinados ao atendimento de pacientes com transtornos mentais, estratégia para evitar que haja incentivo à hospitalização. Agora, a ideia é que esse percentual passe a 20%, com limite de até 60 vagas por hospital, as quais devem ser localizadas principalmente em enfermarias especializadas.

A proposta, no entanto, é vista com preocupação por defensores da reforma psiquiátrica, que temem que a medida incentive a manutenção da internação e a criação de pequenos “manicômios”. Cordeiro nega e diz que a pasta pretende estabelecer diretrizes para regular o tempo de internação, sobretudo em hospitais especializados.

Uma das possibilidades em estudo é que, após determinado período, haja redução o valor pago em diárias a cada dia de internação. “Nossa ideia é dar suporte para internação de curta permanência. Não queremos paciente morando em hospital psiquiátrico”, diz o coordenador nacional de saúde mental.

Ele diz que, para isso, o governo pretende aumentar em R$ 10 mil mensais o valor pago a serviços de residência terapêutica, serviço destinado a acolher antigos pacientes que ainda moram em hospitais.

Protestos

A aprovação das mudanças ocorreu durante uma reunião de gestores do SUS (Sistema Único de Saúde) na sede da Opas (Organização Pan-Americano de Saúde), em Brasília, e em meio a protestos do lado de fora da entidade. Após a leitura da proposta de nova resolução, a discussão e votação duraram menos de dez minutos. Representantes de entidades como do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde), Ronald dos Santos, chegaram a pedir a palavra, mas foram impedidos de participar do debate.

Enquanto isso, do lado de fora do edifício, cerca de 30 manifestantes entoavam gritos de protestos e carregavam cartazes com dizeres como “Nada de prisão, manicômio é regressão” e “Não aos hospitais psiquiátricos”. “É o assassinato da reforma psiquiátrica”, criticou Larissa Dall’Agno da Silva, do Fórum Gaúcho de Saúde Mental.

Dentro do auditório, membros dos conselhos de secretários estaduais e municipais de saúde elogiaram as mudanças. “Ela não muda a política de saúde mental, mas fortalece”, afirmou o presidente do Conass, que representa os Estados, Michele Caputo Neto.

Indagado sobre a falta de debates, o ministro considerou as críticas inadequadas: “As mudanças vão ajudar uma área que não estava indo bem e que havia cobrança da sociedade para ajustá-la. Acabamos de escrever o texto e já estão criticando uma coisa que nem sabem o que é. Isso é pura ideologia e não mundo real. É gente que acha que tem que ser do jeito que quer, e não como precisa ser. Faremos do jeito que precisa ser”.

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EUA Venderá US$ 10 Milhões em Bitcoin e Bitcoin Cash Apreendidos

EUA Venderá US$ 10 Milhões em Bitcoin e Bitcoin Cash Apreendidos

O governo dos EUA planeja vender os bitcoins confiscados apreendidos durante um caso envolvendo drogas que agora valem quase US$ 10 milhões na sequência do recente aumento dos preços.

Os advogados do governo no estado de Utah agora estão trabalhando rapidamente para vender os bitcoins 513.1490393 (BTC), no valor de aproximadamente US$ 8,7 milhões a preços atuais, de acordo com o Índice de Preços Bitcoin da CoinDesk. Um número quase igual de Bitcoin Cash (BCH) também deve ser vendido (512.9274588), com um valor próximo de US$ 949.000.

De acordo com o pedido judicial:

“O BTC e o BCH foram transferidos para uma carteira do governo. Devido ao mercado volátil das criptomoedas, o BTC e o BCH correm o risco de perder valor durante a suspensão dos processos de caducidade … Por estes motivos, os Estados Unidos procuram uma venda interlocutória. “

A ordem disse ainda que as criptomoedas serão vendidas e convertidas em dólares norte-americanos usando uma ou mais exchanges de criptomoedas O produto da venda será depositado no Fundo de Confiança do Tesouro.

De acordo com os documentos judiciais, o juiz do distrito dos Estados Unidos, Dale Kimball, aprovou a venda das criptomoedas confiscadas em 12 de dezembro, depois que os promotores no processo apresentaram um pedido de venda no mesmo dia.

O caso envolve um homem de Utah, Aaron Shamo, que foi encarregado de executar um cartel de drogas multimilionário fora de um subúrbio de Salt Lake City em novembro de 2016 e foi considerado entre os maiores presos desse tipo no país, um relatório de imprensa diz.

Shamo e seu suposto parceiro, Drew W. Crandal, foram acusados ​​de vender falsas prescrições de medicamentos em um mercado da deep web. Os bitcoins apreendidos valiam menos de US$ 500.000 quando Shamo foi preso, segundo outro relatório da AP.

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