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Bitcoin não Está Diminuindo Demanda por Ouro, Diz Executivo do Goldman Sachs

Bitcoin não Está Diminuindo Demanda por Ouro, Diz Executivo do Goldman Sachs

Bitcoin não Está Diminuindo Demanda por Ouro .Segundo um executivo da Goldman Sachs, a valorização do bitcoin não reduziu a demanda por ouro.

Em meio a preocupações dos investidores sobre o assunto, Jeffrey Currie, disse ao Financial Times que ele acredita que as pessoas que investem nos dois ativos são diferentes. Além disso, para os investidores tradicionais, a falta de regulamentação do bitcoin é um obstáculo.

Embora o bitcoin tenha tido um ano com valorização surpreendente, Currie afirmou que o ouro e o bitcoin têm características diferentes e que a recente ação de preços deve-se à natureza da demanda pelos ativos.

Ele disse:

“Na nossa opinião, o bitcoin está atraindo um fluxo mais especulativo em relação ao ouro”.

Dizendo que as participações de ETF de ouro estão no seu nível mais alto há mais de quatro anos, Currie afirmou que não há “evidência de um êxodo em massa de ouro”.

E, embora a falta de liquidez e alta volatilidade possa tornar o bitcoin “interessante”, provavelmente não será um substituto para os investidores que buscam a diversificação e hedge dos benefícios do ouro, ele observou.

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TSE identifica seis falhas no sistema das urnas eletrônicas

TSE identifica seis falhas no sistema das urnas eletrônicas

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) divulgou nessa terça-feira o resultado dos testes de segurança feitos no sistema das urnas eletrônicas para as eleições do ano que vem. A avaliação foi realizada durante quatro dias e envolveu o trabalho de diversos especialistas em Tecnologia da Informação, que tentaram acessar e atacar o sistema das urnas, a fim de identificar possíveis falhas e vulnerabilidades.

Conforme o Tribunal, foram detectados seis problemas durante os testes. Em um dos ataques, um grupo conseguiu acessar e identificar a sequência de votos no equipamento. De acordo com o TSE, porém, não foi possível alterar esses votos.

De posse das falhas identificadas, os técnicos do órgão trabalharão agora para corrigir os problemas antes do pleito em que o eleitorado escolherá os ocupantes de cargos como presidente da República, governador e senador.

O secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino, disse que esses testes dão ainda mais segurança à votação eletrônica. “Com toda certeza, não se trata de um discurso, isso é demonstrado e evidenciado inclusive com esse tipo de evento, que são os testes públicos de segurança”, ressaltou.

Ainda segundo ele, o exercício tecnológico mostra realmente como o sistema está, onde há as potenciais fragilidades e onde efetivamente serão feitos os reparos e ajustes: “Então, isso demonstra o quanto o software está maduro, está robusto e evoluindo à medida em que a própria sociedade dá a sua contribuição”.

Detalhes

“As falhas encontradas estão ligadas à proteção das mídias, dos cartões de memória”, comentou Janino. Segundo ele, o que se percebeu com esse teste é que foi possível romper-se algumas barreiras e alterar alguns dados no software da urna. “As falhas constatadas são consideradas de fácil ajuste e a própria equipe capacitada do TSE resolverá os problemas”, garantiu.

Para ele, esses testes públicos são de extrema importância para mostrar a segurança que as urnas eletrônicas dispõem. Ele explica que, nesse teste, a situação em que os investigadores encontraram os problemas eram excepcionais e mais facilitadas.

Ou seja, foram desconsiderados fatos presentes no dia da votação como o gabinete fechado da urna e seguranças que impeçam a abertura da urna para, então, começar-se o processo de extração de informações e decodificação do sistema em um computador externo.

Outro fator citado pelo secretário é que as urnas não tem sistemas de comunicação embutidos, o que impossibilita a violação do sistema por distância. “Sem dúvida, esses testes, não só afirmam como evidenciam a segurança das urnas eletrônicas”, explicou. Ele também garante que essas fragilidades não estiveram presentes na eleição passada, uma vez que o software é atualizado de dois em dois anos e essas falhas foram achadas apenas nessa última versão.

Janino criticou a falta da participação de partidos políticos nos testes. Segundo ele, sempre há reclamações quanto à segurança nas urnas eletrônicas após as eleições, porém a presença de equipes dos partidos participando dos testes é baixa. Para enviar um plano de investigação basta ser brasileiro e maior de idade. O plano é analisado pela equipe de tecnologia de informação do TSE.

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