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Projeto que regulamenta uso de drones

Projeto que regulamenta uso de drones

Projeto que regulamenta uso de drones a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou hoje (6) o projeto de lei do Senado (PLS 167/2017) que regulamenta o uso dos veículos aéreos não tripulados (Vants). De autoria do senador Wilder Morais (PP-GO), popularmente chamados de drones, os equipamentos são classificados de acordo com o uso: aeromodelos, para lazer, esporte, hobby ou competição; e Vants, geralmente usados para fins comerciais, de pesquisa ou experimentos, no qual se encaixa o uso pelas polícias no Brasil.

Pelo texto, depois de homologado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e autorizado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), os Vants poderão ser utilizados em situações como as ações de inteligência policial, monitoramento ambiental, de trânsito ou de fronteiras, no acompanhamento de alvos e no apoio a operações policiais, pois permitem a visualização remota de áreas perigosas, extensas ou de difícil acesso, substituindo helicópteros ou a presença física de policiais, de modo mais barato, rápido e seguro.

O emprego de Vants dotados de armamento ou totalmente autônomos fica proibido. O texto prevê ainda que os cursos de formação e capacitação dos agentes de segurança pública incluam conteúdo programático que os habilite a operar esses equipamentos.

A proposta estabelece ainda que, sempre que o uso do veículo por agentes de segurança pública violar a vida ou a integridade física das pessoas, será assegurada a imediata prestação de assistência e socorro médico aos feridos, assim como terão direito à indenização por danos morais e materiais.

Mudanças

Em seu relatório, a senadora Simone Tebet (PMDB-MS) modificou o projeto para retirar a imposição ao Poder Público de dotar os órgãos de segurança pública com Vants. Com a emenda, passa a ser facultado aos estados o uso de drones, obedecidos os requisitos de regulamentação e fornecimento em quantidade e qualidade suficientes.

Outra emenda da senadora modificou a entrada em vigor da lei, caso aprovado o projeto. Em vez de 180 dias depois, a lei passa a valer no momento de sua sanção. O projeto é terminativo na comissão e se não houver a apresentação de recurso ao plenário da Casa, segue para discussão na Câmara dos Deputados.

 

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Viver junto à natureza deixa as pessoas mais felizes

Viver junto à natureza deixa as pessoas mais felizes

Viver junto à natureza deixa as pessoas mais felizes Esta é a conclusão a que chegou a Dr. Kristen Malecki, professora de ciências da saúde da população na Universidade de Wisconsin, nos EUA.

Ter áreas verdes perto de casa pode deixar as pessoas mais felizes. Esta é a conclusão a que chegou a Dr. Kristen Malecki, professora de ciências da saúde da população na Universidade de Wisconsin, nos EUA. Para ela, espaços arborizados valem mais do que o próprio dinheiro.

O estudo começou a ser feito em 2009. Desde então, o grupo de pesquisa combinou dados de saúde pública, imagens de satélites e entrevistou 2.500 pessoas de 229 bairros diferentes do estado de Wisconsin. Entre as indagações, os participantes deveriam classificar possíveis sintomas de depressão, ansiedade e estresse.

O resultado mostra que, independente de classe social, idade ou estado civil, pessoas que viviam em bairros com menos de 10% de sua área arborizada eram mais propensos a desenvolver enfermidades ligadas ao estresse. Dessa forma, uma pessoa pobre que vive perto da natureza é mais feliz do que um rico que mora em um bairro sem árvores.

Malecki relaciona o estudo com a “Teoria da restauração da atenção”, que afirma que passar tempo em meio à natureza restaura a capacidade de concentração e reduz a fadiga mental. Diante disso, a especialista sugere que uma ótima solução para elevar a qualidade de vida nos centros urbanos é investir em grama e no plantio de novas árvores.

 

Família fotografia desenhado por V.ivash – Freepik.com

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As tendências de TI que transformarão o desenvolvimento de software

As tendências de TI que transformarão o desenvolvimento de software

A forma com que as empresas adquirem, constroem, gerenciam e otimizam a tecnologia da informação (TI) está mudando significativamente nos últimos anos, e devem seguir se modificando, se repararmos nas tendências de TI e como elas vem sendo adotadas. A partir da computação em nuvem (cloud computing), das grandes análises de dados (Big Data), da conectividade móvel (mobile tech), há novos paradigmas e novos desafios também no desenvolvimento de software. Já não temos mais a tradicional área de desenvolvimento de sistemas, como norteador da geração de soluções para atender aos negócios. É preciso se reinventar, aproveitando as novidades para tornar o processo mais rápido, mais eficiente, mais barato de operar e mais fácil de usar.

É sobre isso que conversaremos neste artigo: você verá quais são as tendências de TI que estão transformando o desenvolvimento de software e como elas podem otimizar os resultados e a performance da sua empresa. Acompanhe!

Listamos a seguir as sete principais tendências tecnológicas que, de acordo com especialistas e publicações especializadas, devem transformar a forma com que as empresas desenvolvem e utilizam softwares para ganhar competitividade e melhorar seus processos internos. Veja:

1. Computação em nuvem (cloud computing)

De acordo com a IDC, o Brasil deve finalizar 2015 com crescimento de 5% no mercado de TI, apesar da crise econômica que vem enfrentando. A adoção da computação em nuvem vem como carro-chefe nesse crescimento, movimentando cerca de US$ 117 milhões.

O que torna a computação em nuvem tão poderosa é a capacidade de expandir facilmente os recursos para qualquer aplicação sem a compra de mais hardware. Precisa de mais capacidade? O seu provedor de nuvem pode oferecer mais em um instante.

Para a área de desenvolvimento de software, essa expansão de capacidade é fundamental, assim como a possibilidade de adquirir plataformas de desenvolvimento e testes como um serviço e não mais no modelo de licença, o que diminui os custos, já que a empresa paga apenas pelo que utiliza.

2. A virtualização de tudo

A virtualização transforma um conjunto heterogêneo de servidores em um único pool de recursos de computação que pode ser ajustado conforme a necessidade do negócio. A virtualização de servidores tem sido tão bem sucedida que os departamentos de TI estão começando a virtualizar tudo o mais no centro de dados, incluindo a criação de redes, segurança e armazenamento.

Para o desenvolvimento de software, virtualizar, além de diminuir custos e garantir disponibilidade, também facilita o trabalho em equipe, visto que não é mais preciso estar no escritório para acessar e operar as ferramentas de desenvolvimento e testes. Além de tudo isso, é claro que também existe um aumento significativo das capacidades de arquivamento e back up, que ganham um upgrade considerável.

3. Mobilidade

A adoção generalizada de dispositivos móveis tem tornado os fluxos de trabalho empresariais mais eficientes. Na área de desenvolvimento de software, a mobilidade tem tornado os processos mais colaborativos e melhorado a produtividade com automatização e inteligência, uma vez que por meio de qualquer dispositivo, em qualquer hora e lugar onde haja conectividade com a internet é possível desenvolver e testar soluções.

Isso tudo sem falar que já não é mais possível pensar no desenvolvimento de um software sem que ele seja otimizado para rodar em diversos dispositivos. Cada vez mais os sistemas precisam ser full web.

4. Big Data

O conceito de Big Data, que é o gerenciamento dos milhares de dados estruturados e não estruturados produzidos pela empresa e também coletados do mercado, também está revolucionando o desenvolvimento de softwares.

A partir do momento que a empresa tem tecnologia para minerar dados e analisá-los para extrair informações relevantes ao negócio, também o desenvolvimento de soluções a partir destes dados se torna mais interessante, tanto do ponto de vista de modelagem quanto de velocidade no desenvolvimento e testes.

5. Internet das Coisas

Com o avanço da internet das coisas (Internet of Things – IoT), a tradicional área desenvolvimento de softwares se vê diante do desafio de criar aplicações para objetos antes inimaginados. De acordo com a IDC, até o final de 2015, mais de 130 milhões de “coisas”, objetos do nosso dia a dia, terão conectividade no Brasil, o que nos coloca como detentores de mais de 50% dos dispositivos (coisas) conectados na América Latina.

Apesar de a maioria dos sistemas seguirem a mesma lógica de desenvolvimento do chamado modelo tradicional, preocupações com segurança se acirram, uma vez que é preciso separar as redes para que os aplicativos sejam mais facilmente monitoráveis e também controláveis.

6. Interfaces amigáveis e responsivas

Os usuários gastam muito tempo do seu dia a dia usando aplicativos móveis que estão muito bem e intuitivamente concebidos (de acordo com o Ibope, 36% dos brasileiros checa seus smartphones a cada 5 minutos). Assim, as pessoas querem o mesmo de seus aplicativos corporativos.

Para o desenvolvimento de software, isso deve significar aplicações cada vez melhor projetadas, com interfaces amigáveis e que se adaptem a todos os dispositivos e telas, tornando a utilização uma escolha do usuário, sobretudo para estimular a produtividade e acompanhar tendências como BYOD (a utilização dos próprios dispositivos no ambiente de trabalho), entre outras.

7. TI Bimodal

TI Bimodal, composta pela TI de classe empresarial tradicional, que é responsável por entregar serviços eficientes com altos níveis de excelência e confiabilidade e também pela chamada “TI de oportunidade” (a que aproveita novas oportunidades, com a criação de novos modelos de negócio), também é uma das tendências de TI que estão influenciando a área de desenvolvimento de software tradicional.

Ao mesmo tempo em que é preciso continuar criando soluções para suportar o ambiente de negócios evolutivo, também é preciso criar aplicações que tornem este ambiente mais ágil e flexível, aproveitando a conectividade e a geração extrema de dados de dentro do negócio, mas também vindos do mercado (redes sociais, transações financeiras etc.), ampliando o poder estratégico das empresas.

Para finalizar, é preciso dizer que, mais do que novos modelos tecnológicos, está no ar um novo modelo mental, que exige dos gestores de tecnologia da informação uma visão mais estratégica, ou seja, a junção do conhecimento técnico com uma atuação mais consultiva, que antecipe possibilidades e preveja oportunidades de negócio.

A utilização dessas tendências para otimizar o desenvolvimento de softwares, além de tornar a empresa mais competitiva, também a coloca no eixo do desenvolvimento centrado em aplicações melhores e diminuição das complexidades para os usuários.

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ASUS anuncia notebook com Snapdragon 835 e mais de 20 horas de bateria

ASUS anuncia notebook com Snapdragon 835 e mais de 20 horas de bateria

Nesta terça-feira (05), a Qualcomm aproveitou o palco do segundo Snapdragon Technology Summit, que está acontecendo no Havaí, para apresentar ao mundo novos computadores portáteis embarcados com sua tecnologia. Um dos modelos foi o ASUS NovaGo, que nos traz o conceito de “PC sempre conectado” com a ajuda da conectividade Gigabit LTE. A novidade surge após o anúncio da chegada do processador Snapdragon 835 para Windows 10.

A ideia aqui é oferecer benefícios de um smartphone somado a confiabilidade de PCs graças a um eSim integrado ao laptop. Isso significa ter internet sempre disponível, mas com o conforto de uma bateria muito mais duradoura do que a de um dispositivo móvel padrão. Isso porque as fabricantes prometem mais de 20 de horas de bateria no novo computador móvel da ASUS.

O ASUS NovaGo possui uma tela de 13,3 polegadas e um modem Gigabit Qualcomm Snapdragon X16 LTE que, de acordo com a empresa, permite que o dispositivo ofereça velocidades de download melhores do que o Wi-Fi doméstico comum – o que significa baixar um filme de duas horas em apenas 10 segundos.

Confira mais especificações do ASUS NovaGo:

  • Processador Snapdragon 835
  • 10nm
  • 256 GB UFS 2.0
  • 8 GB de RAM
  • Bateria de até 22 horas de reprodução de vídeo ou 30 dias em stand-by
  • US$ 599 pra 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento interno
  • US$ 799 para 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno

Fique ligado em breve mais novidades.

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