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Último caminho para upgrade gratuito do Windows 10 será fechado em 31/12

Último caminho para upgrade gratuito do Windows 10 será fechado em 31/12

Último caminho para upgrade gratuito do Windows 10 será fechado em 31/12

Ainda há uma maneira para os usuários fazerem o upgrade gratuito para o Windows 10 – e a Microsoft irá encerrá-la depois de 31 de dezembro, mesmo com a maior parte dos usuários de PCs do mundo ainda usando versões antigas do Windows.

A Microsoft deu um ano para os usuários do Windows 7 e 8.1 após o lançamento do Windows 10 (entre julho de 2015 e julho de 2016) para realizarem o upgrade sem pagar nada. Mas havia uma exceção: aqueles que usam tecnologia assistiva, como leitores de tela, receberam uma extensão indefinida.

De acordo com a página de suporte da Microsoft, o prazo esses usuários atualizarem seus PCs para o Windows 10 de graça acaba no final do ano, como publicado pelo Slashgear. Depois disso, será preciso pagar o preço cheio por uma licença do Windows 10.

Você deve pensar que os usuários que não utilizam tecnologias assistivas seriam excluídos desse caminho. Mas a Microsoft está sendo extremamente generosa com essa possibilidade de upgrade gratuito. “Não estamos restringindo a oferta do upgrade para tecnologias assistivas específicas. Se você usa tecnologia assistiva no Windows, então é elegível para a oferta de upgrade.” Tudo que você precisa fazer é visitar a página de suporte assistivo em questão, informar que realmente utiliza tecnologias assistivas, e então baixar a ferramenta de upgrade para o Windows 10.

Sim, essa “abertura” quanto ao upgrade via tecnologia assistiva representa uma área moral cinza, especialmente para quem não utiliza tecnologias assistivas no sistema. De qualquer forma, quem realmente necessita de assistência irá se beneficiaar bastante do upgrade gratuito para o Windows 10, que traz muitas tecnologias assistivas melhoradas embutidas.

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Facebook pode pedir “selfie” para confirmar identidade de usuário

Facebook pode pedir “selfie” para confirmar identidade de usuário

Facebook pode pedir “selfie” para confirmar identidade de usuário

Uma usuária divulgou uma suposta mensagem do Facebook – que depois foi confirmada – pedindo para tirar uma foto e comprovar sua identidade

São Paulo – O Facebook pode pedir para seus usuários enviarem fotos de seus rostos para provarem que não são robôs.

Tudo começou após uma usuária do Twitter ter publicado um print de uma suposta mensagem da rede social, mais tarde confirmada como verdade pelo Facebook para a revista norte-americana especializada em tecnologia Wired, em que a rede pedia uma ‘selfie’ para comprovar a identidade do usuário.

A imagem divulgada no tuíte dizia “por favor, faça upload de uma foto em que seu rosto apareça claramente. Nós vamos analisá-la e depois vamos excluí-la permanentemente de nossos servidores”.

De acordo com uma nota da empresa para a Wired, a intenção por trás desse tipo de pedido de foto é identificar atividades suspeitas no site, principalmente durante a criação de contas, envio de pedidos de amizade e na criação, edição e pagamento de publicidade dentro da rede.

De acordo com o Facebook, os processos de identificação de atividade suspeita e de análise da fotografia são automatizados. Para determinar se a conta é autêntica, a rede social analisa a foto para verificar se ela é única.

A empresa, no entanto, preferiu não divulgar muitos detalhes para evitar que o sistema seja manipulado.

Um porta voz da empresa disse à Wired que esse teste com a fotografia é só um entre os vários métodos de verificação utilizados para detectar atividades suspeitas. Um perfil, por exemplo, que costumava postar fotos de Nova York e de repente começa a postá-las da Rússia é considerado suspeito.

O Facebook não divulgou a data de lançamento da técnica de verificação de contas por fotografias, mas usuários do fórum Reddit reportaram o mesmo tipo de problema já em abril.

No começo do mês, o Facebook liberou um outro mecanismo envolvendo fotografias. A partir da data, usuários da Austrália poderiam enviar suas nudes para a companhia, o que impediria outras pessoas de enviarem o mesmo arquivo em conversas pelas redes sociais da empresa.

O uso de reconhecimento facial como método de segurança está se tornando cada vez mais comum na indústria de tecnologia, como no caso da Apple, que substituiu o botão de home do iPhone pelo Face ID na edição de aniversário do smartphone.

 

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Bancos Precisam Pagamentos Rápidos para Combater o Bitcoin

Bancos Precisam Pagamentos Rápidos para Combater o Bitcoin

Bancos Precisam de Pagamentos mais Rápidos para Combater o Bitcoin

Os bancos comerciais precisam desenvolver sistemas de pagamento mais rápidos para combater o aumento das criptomoedas. De acordo com um executivo do Banco Central Europeu.

Yves Mersch, que faz parte do conselho executivo do BCE, fez o argumento mesmo ao descartar o impacto das criptomoedas durante um evento em Roma, de acordo com um relatório da Reuters.

Falando nesta manhã, Mersch disse:

“Os bancos precisam implementar pagamentos instantâneos o mais rápido possível. Fornecer uma narrativa alternativa ao debate público em curso sobre a alegada inovação trazida por esquemas de moeda virtual”.

Mersch acrescentou que o BCE experimentaria dinheiro “com diferentes tecnologias digitais” mas “aplicações aventureiras” não merecem atenção.

As declarações chegam um mês depois de outro membro do conselho executivo do BCE, Benoît Cœuré, indicar que o banco não está ignorando as criptomoedas, mas sim monitorando seu uso.

Ao mesmo tempo, Cœuré manteve a posição de longo prazo do banco de que as moedas digitais não são uma ameaça para o euro, dizendo que “os montantes envolvidos são marginais”.

Apesar destes créditos, um relatório do BCE de 2015 observou que as criptomoedas poderiam afetar a política monetária e a estabilidade financeira na zona do euro. Na época, o banco disse que o bitcoin era mais atraente do que as instituições financeiras tradicionais em certas áreas, incluindo as remessas.

O presidente do BCE, Mario Draghi, também disse recentemente que não pode regular o bitcoin, embora ele tenha declarado que os países membros da UE não podem lançar suas próprias criptomoedas.

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